Horto.
Vendo agora como éramos íntimos
Corríamos pelo HORTO, com os cabelos voando ao vento morno e
amigo
Fugindo do perigo
De sermos pegos pelos olhos indiscretos e insensíveis
Do grande irmão da redondeza
Pois sabíamos jamais entenderia nosso sentimento
E para não ser um tormento
Nos víamos assim despreendidamente nesse parque tão bonito
Onde eu sufocava o grito
E dizia baixinho:
- Eu te amo!!!!
Nenhum comentário:
Postar um comentário